Ato pede Diretas Já e lança Plano Popular de Emergência

Por CUT Nacional                                                                

 

A Frente Brasil Popular realizou nesta segunda (29) um ato em defesa das Diretas Já e lançou um Plano Popular de Emergência. O evento ocorreu no Tuca, o hitórico teatro da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). O Plano contém uma agenda para enfrentar a crise gerada pelas açõess antipopulares dos golpistas.

Desde quando a democracia foi duramente atacada com o golpe do impeachment que tirou a presidenta Dilma Rousseff, a situação econômica, institucional e política do Brasil só se agravou. Diante da crise causada por uma gestão econômica que só cuida dos interesses dop capital, as organizações que compõem a Frente Brasil Popular reafirmaram que só com o restabelecimento da democracia, com eleições diretas é que o país sairá do terrível e incontrolado cenário que se encontra.

No evento, Vagner Freitas, presidente da CUT destacou que "não há como contar a história do Brasil nos últimos dois anos sem falar da Frente Brasil Popular". Ele saudou a CTB e seu presidente, Adilson Araújo. Segundo Vagner, o plano é uma colaboração ao debate. Ele se dispôs a apresentar aos delegados do Congresso do PT, como um subsído ao debate do partido. Veja a seguir a fala de Vagner. 

O evento da Frente Brasil Popular foi aberto pelo ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral. Ele defendeu a necessidade de tomar as ruas, em defesa da saída do presidente Michel Temes e pelo direito do povo de ir às urnas. A atividade contou com a presença de políticos, artistas, intelectuais e representantes dos movimentos sociais.

“A proposta é tirar o país da crise, substituindo o governo golpista, ilegítimo, sem base popular, por um governo ditado pelas urnas. O eixo do plano é a democratização do Estado. Isso é fundamental, porque quem precisa de democracia, de SUS, de escola pública é o povo”, disse Amaral.

Também participaram do ato político o ex-prefeito Fernando Haddad (PT-SP); o presidente da CTB, Adilson Araújo; o presidente do MST, João Pedro Stédile; o presidente do PT-SP. Luiz Marinho; e o coordenador da CMP (Central de Movimentos Populares), Raimundo Bonfim, entre outras lideranças.

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