
Milhares de pessoas se manifestaram em todo o mundo exigindo a libertação do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, sequestrados no último sábado (03/01) pelos Estados Unidos. Elas também condenaram a intervenção militar realizada pelo governo Trump contra o país sul-americano.
Protestos em diversas cidades ao redor do mundo rejeitam a agressão direta contra a soberania nacional e o ataque à ordem democrática com faixas que dizem “Não à agressão imperialista contra a Venezuela” e slogans como “Ianques fora da América Latina”.
No Reino Unido, organizações pertencentes à seção britânica da Internacional Antifascista (AFI) mobilizaram-se em frente à Downing Street em solidariedade à Venezuela. Os protestos, que levaram mais de mil pessoas às ruas de Londres, opuseram-se à guerra contra a Venezuela, demonstrando claramente seu apoio ao povo venezuelano e exigindo o retorno do presidente Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. Manifestaram também apoio ao direito à autodeterminação da nação sul-americana.
A agressão dos EUA contra a Venezuela viola a ordem jurídica internacional: a Carta das Nações Unidas, o princípio da não intervenção, o direito internacional humanitário e os direitos humanos.
As mobilizações em todo o mundo reiteraram a denúncia do verdadeiro objetivo do governo dos Estados Unidos, que nada mais é do que se apropriar dos recursos naturais do país, especialmente suas vastas reservas de petróleo.

